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No último sábado, 8 de junho, estudantes do Escritório Modelo de Arquitetura e Urbanismo da PUC-RS realizaram levantamento e mapeamento da área.

Mapeamento coletivo da comunidade Vida Nova, no bairro Restinga (Porto Alegre)

No último sábado (8 de junho) estudantes do curso de Arquitetura e Urbanismo da PUC, vinculados ao Escritório Modelo (EMAU) realizaram levantamento sociodemográfico e territorial da comunidade Vida Nova, no bairro Restinga.


A ação faz parte do apoio que a PUC-RS, o IFRS e o Engenheiros sem Fronteiras tem desempenhado no apoio ao processo de regularização fundiária da comunidade Vida Nova e também na definição coletiva de parâmetros de ocupação e uso do solo.


Atualmente a comunidade Vida Nova está em tratativas com o município de Porto Alegre para a venda da área em um processo de negociação ainda em curso.

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Atualizado: 9 de Jun de 2019

Em 30, 31 de maio e 1 de junho pesquisadores do SAD participaram do Consórcio de Medicina Social

Workshop "O Teatro do Oprimido como um espaço de encontro entre artes, educação e saúde: construindo comunidades e igualdade local e globalmente", ministrado por Fernanda Dias e Dimir Viana

Nos dias 30, 31 de maio e 1 de junho os pesquisadores do grupo SAD, Prof. Dr. Maurício Polidoro e Prof. Dr. Daniel Canavese estiveram em Chiapas, no México, para a realização da oficina "Interseccionalidade e os determinantes sociais da saúde: construindo estratégias para resistência e enfrentamento da violência em tempos de neoliberalismo" no Consórcio de Medicina Social.


O workshop contou com a participação de pessoas países da América do Norte, América Latina, Europa e África. O portfólio do workshop pode ser acessado clicando aqui.

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Pesquisadores Marcos Signorelli, Daniel Canavese e Maurício Polidoro realizaram atividade conjunta entre UFPR, UFRGS e IFRS


O Encontro do Litoral Paranaense sobre a Política Nacional de Saúde LGBT e Notificação de Violências foi realizado em Paranaguá nesta quarta-feira (8), nas dependências do SESC. O público composto por profissionais e gestores de saúde, acadêmicos e representantes da comunidade lotou o auditório para ouvir e debater assuntos apresentados em palestras e rodas de conversa sobre diversos temas envolvendo lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros. Quem também acompanhou foram algumas autoridades do litoral, como o diretor da 1.ª Regional de Saúde, José Carlos de Abreu e a delegada Maria Niza Moreira Nane, do Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente Vítima de Crimes (Nucria), da Polícia Civil.

A organização do encontro ficou a cargo da Universidade Federal do Paraná (UFPR – Setor Litoral), em parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), a Prefeitura de Paranaguá (por meio da Secretaria Municipal de Saúde, com o Núcleo de Prevenção à Violência e Cultura da Paz) e a Secretaria de Estado da Saúde (SESA). Contou com apoio do Ministério da Saúde e também foram parceiros a Prefeitura de Pontal do Paraná, 1.ª Regional de Saúde e Pastoral da Aids. Diversas autoridades estavam presentes.

O superintendente da Secretaria Municipal de Saúde, Paulo Sérgio Charneski dos Santos, representou a secretária Lígia Regina de Campos Cordeiro e o prefeito Marcelo Roque na solenidade. Falou sobre a importância do acolhimento à população LGBT que atualmente já é realizada no sistema público da cidade. “Nossa equipe está à disposição para realizar o atendimento e estamos tomando todas as providências para que isso se ocorra cada vez melhor. Estamos à disposição de todos para realização de parcerias, pois sozinhos não fazemos nada”, declarou o superintendente.

O coordenador do encontro, o professor doutor Marcos Signorelli, da UFPR Litoral, agradeceu aos parceiros na realização do evento e afirmou que discutir ações de saúde “focando um grupo historicamente marginalizado” é muito importante. “O SUS precisa dialogar com outros setores, incluindo a Educação, Assistência Social, Segurança Pública, Justiça e Esporte e Lazer. Portanto, não é uma questão só de saúde, mas intersetorial. Volto a dizer, é um ato de resistência e coragem”, declarou.

O evento ainda contou com mesas redondas no período da manhã e à tarde, com discussões sobre a política nacional de notificação de violências, conceitos de gênero e diversidade, uso do nome social e legislação. No final da tarde os participantes também tiveram detalhes sobre o preenchimento da ficha no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan).


Fonte: http://www.paranagua.pr.gov.br/noticias/noticia12556.html

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