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Notificações de violências é debatida em Paranaguá/PR

Pesquisadores Marcos Signorelli, Daniel Canavese e Maurício Polidoro realizaram atividade conjunta entre UFPR, UFRGS e IFRS


O Encontro do Litoral Paranaense sobre a Política Nacional de Saúde LGBT e Notificação de Violências foi realizado em Paranaguá nesta quarta-feira (8), nas dependências do SESC. O público composto por profissionais e gestores de saúde, acadêmicos e representantes da comunidade lotou o auditório para ouvir e debater assuntos apresentados em palestras e rodas de conversa sobre diversos temas envolvendo lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros. Quem também acompanhou foram algumas autoridades do litoral, como o diretor da 1.ª Regional de Saúde, José Carlos de Abreu e a delegada Maria Niza Moreira Nane, do Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente Vítima de Crimes (Nucria), da Polícia Civil.

A organização do encontro ficou a cargo da Universidade Federal do Paraná (UFPR – Setor Litoral), em parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), a Prefeitura de Paranaguá (por meio da Secretaria Municipal de Saúde, com o Núcleo de Prevenção à Violência e Cultura da Paz) e a Secretaria de Estado da Saúde (SESA). Contou com apoio do Ministério da Saúde e também foram parceiros a Prefeitura de Pontal do Paraná, 1.ª Regional de Saúde e Pastoral da Aids. Diversas autoridades estavam presentes.

O superintendente da Secretaria Municipal de Saúde, Paulo Sérgio Charneski dos Santos, representou a secretária Lígia Regina de Campos Cordeiro e o prefeito Marcelo Roque na solenidade. Falou sobre a importância do acolhimento à população LGBT que atualmente já é realizada no sistema público da cidade. “Nossa equipe está à disposição para realizar o atendimento e estamos tomando todas as providências para que isso se ocorra cada vez melhor. Estamos à disposição de todos para realização de parcerias, pois sozinhos não fazemos nada”, declarou o superintendente.

O coordenador do encontro, o professor doutor Marcos Signorelli, da UFPR Litoral, agradeceu aos parceiros na realização do evento e afirmou que discutir ações de saúde “focando um grupo historicamente marginalizado” é muito importante. “O SUS precisa dialogar com outros setores, incluindo a Educação, Assistência Social, Segurança Pública, Justiça e Esporte e Lazer. Portanto, não é uma questão só de saúde, mas intersetorial. Volto a dizer, é um ato de resistência e coragem”, declarou.

O evento ainda contou com mesas redondas no período da manhã e à tarde, com discussões sobre a política nacional de notificação de violências, conceitos de gênero e diversidade, uso do nome social e legislação. No final da tarde os participantes também tiveram detalhes sobre o preenchimento da ficha no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan).


Fonte: http://www.paranagua.pr.gov.br/noticias/noticia12556.html

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